
Desde o dia 22 de janeiro de 2006, Aníbal Cavaco Silva, o candidato à Presidência da República Portuguesa apoiado pelo Partido Social Democrata (PSD) e pelo Partido Popular (CDS-PP), venceu as eleições realizadas neste dia. O candidato obteve 50,6% dos votos, elegendo-se ainda no primeiro turno e ficando à frente de Manuel Alegre (20,7%), Mário Soares (14,3%), Jerónimo de Sousa (8,6%), Francisco Louçã (5,3%) e Garcia Pereira (0,4 por cento).
Cavaco Silva, economista, 66 anos, tornou-se o nono Chefe de Estado da III República Portuguesa (iniciada em 1910) e substituiu Jorge Sampaio no dia 9 de março de 2006. Segundo a opinião geral da imprensa portuguesa, o candidato demonstrou pouca espontaneidade durante a campanha e desenvolveu a estratégia de falar pouco, evitar polêmicas e repetir incansavelmente as suas idéias-chave.
O atual presidente português foi primeiro-ministro durante dez anos (1985-1995), nos primeiros anos de Portugal na Comunidade Européia. Nascido em Boliqueime (Algarve) em 15 de Julho de 1939, formou-se em Finanças no Instituto Superior de Ciências Econômicas e Financeiras (ISCEF) em 1964.
Dos mais de oito milhões de eleitores (8.754.220), apenas votaram 5.478.265, com 37,4% de abstenções e 1,9% de votos em branco ou nulos. Em Portugal, o voto não é obrigatório. Além da fraca participação da população portuguesa no pleito, também foi destaque a ausência nas urnas dos imigrantes brasileiros residentes no país. De acordo com um artigo publicado no jornal português Diário de Notícias, devido às barreiras burocráticas que encontram para se legalizar, o descontentamento entre a comunidade é geral, que queixa-se de que a imigração não é discutida no país, mesmo em tempos de campanha eleitoral.
Os cidadãos brasileiros e de outros países onde a língua oficial é o português, que tenham autorização de residência há mais de três anos, podem requerer o estatuto de igualdade de direitos políticos, o que lhes permite votar em todas as eleições. Os cidadãos brasileiros com estatuto de igualdade de direitos e deveres podem apenas votar nas eleições autárquicas, que elege os equivalente aos prefeitos brasileiros, chamados de «autarcas». Apesar disso, muitos não os fazem, devido ao crescente desinteresse na vida política de um pais que não lhes dá o reconhecimento merecido e, na maioria dos casos, por completo desconhecimento dos seus direitos, segundo afirmou Heliana Bibas, presidente da Casa do Brasil de Lisboa. Já o cônsul do Brasil, Júlio Zelner, teria dito que «a maioria dos brasileiros tem outras preocupações, como o trabalho ou a integração».
Cavaco Silva, economista, 66 anos, tornou-se o nono Chefe de Estado da III República Portuguesa (iniciada em 1910) e substituiu Jorge Sampaio no dia 9 de março de 2006. Segundo a opinião geral da imprensa portuguesa, o candidato demonstrou pouca espontaneidade durante a campanha e desenvolveu a estratégia de falar pouco, evitar polêmicas e repetir incansavelmente as suas idéias-chave.
O atual presidente português foi primeiro-ministro durante dez anos (1985-1995), nos primeiros anos de Portugal na Comunidade Européia. Nascido em Boliqueime (Algarve) em 15 de Julho de 1939, formou-se em Finanças no Instituto Superior de Ciências Econômicas e Financeiras (ISCEF) em 1964.
Dos mais de oito milhões de eleitores (8.754.220), apenas votaram 5.478.265, com 37,4% de abstenções e 1,9% de votos em branco ou nulos. Em Portugal, o voto não é obrigatório. Além da fraca participação da população portuguesa no pleito, também foi destaque a ausência nas urnas dos imigrantes brasileiros residentes no país. De acordo com um artigo publicado no jornal português Diário de Notícias, devido às barreiras burocráticas que encontram para se legalizar, o descontentamento entre a comunidade é geral, que queixa-se de que a imigração não é discutida no país, mesmo em tempos de campanha eleitoral.
Os cidadãos brasileiros e de outros países onde a língua oficial é o português, que tenham autorização de residência há mais de três anos, podem requerer o estatuto de igualdade de direitos políticos, o que lhes permite votar em todas as eleições. Os cidadãos brasileiros com estatuto de igualdade de direitos e deveres podem apenas votar nas eleições autárquicas, que elege os equivalente aos prefeitos brasileiros, chamados de «autarcas». Apesar disso, muitos não os fazem, devido ao crescente desinteresse na vida política de um pais que não lhes dá o reconhecimento merecido e, na maioria dos casos, por completo desconhecimento dos seus direitos, segundo afirmou Heliana Bibas, presidente da Casa do Brasil de Lisboa. Já o cônsul do Brasil, Júlio Zelner, teria dito que «a maioria dos brasileiros tem outras preocupações, como o trabalho ou a integração».
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