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quinta-feira, 16 de dezembro de 2004

Guardas noturnos dependem da força policial

Proteger o patrimônio alheio pode ser uma «tarefa ingrata» pela fadiga psíquica a que os guardas noturnos estão sujeitos diariamente, defende Fernando Lopes, de 54 anos. Para o ex-eletricista, o trabalho dos seguranças noturnos pode ser «agressivo» e acarreta vários perigos para estes profissionais, já que não são autorizados a ter porte de qualquer tipo de arma.

*Nos quatro anos em que exerce esta profissão, o segurança do Centro de Formação Profissional para JornalistasCenjor confessa que tem sorte. Considera o seu trabalho «tranqüilo», pois não teve de enfrentar qualquer situação «realmente perigosa até o momento». Mas vários colegas relatam casos de tentativas de invasão e agressões no trabalho, o que lhe exige manter-se em «estado constante de alerta».

A situação torna-se ainda mais grave para Fernando, por ser portador de um problema de coluna, o motivo pelo qual mudou de ramo profissional. Sem condições físicas e desarmado, pode ser facilmente rendido por qualquer ato de violência externa, sendo necessário recorrer à força policial do Estado.

O exercício da profissão exige «coragem e disposição», segundo o guarda. Não basta estar atento, «tem de haver diplomacia, uma boa dose de paciência e bom humor», por vezes, para suportar os períodos de solidão sem descuidar do dever. Fernando ainda se espanta com o que algumas pessoas são capazes de querer roubar ou destruir.

As condições regulares de seu atual trabalho e a sua experiência na profissão proporcionam-lhe uma segurança que escapa aos colegas, que o consideram uma espécie de «talismã» dos guardas do Cenjor. «Eu protejo bens preciosos aqui: os jovens futuros profissionais que vêm em busca do saber», afirma Fernando Lopes.

*Entrevista publicada inicialmente no jornal online do Centro de Formação Profissional para Jornalistas (CENJOR), de Lisboa, Portugal.

Um comentário:

Carlos Tendeiro disse...

So uma pequena nota que pode induzir as pessoas em erro, este texto refere-se aos vigilantes que trabalham de noite, as coisas pelos nomes, pois guardas-nocturnos sao aqueles que andam armados e fardados pelas forças de segurança e não meros vigilantes.

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