
O presidente da República de Portugal, Jorge Sampaio, aceitou a demissão do primeiro-ministro Santana Lopes, entregue esta segunda-feira no Palácio de Belém. Na nota oficial emitida hoje, Sampaio garante que o Executivo continuará em funções até às próximas eleições, quando o novo governo tomará posse. A audiência para formalizar o pedido de demissão durou cerca de dez minutos.
Pedro Santana Lopes anunciou a sua própria demissão do governo no último sábado, um dia depois do presidente da República explicar aos portugueses a sua decisão de dissolver o Parlamento. Antes disso Sampaio manteve-se em silêncio a propósito da decisão do primeiro-ministro. Os quatro meses do governo de maioria parlamentar PSD / CDS-PP foi assente quando Durão Barroso saiu a presidir a Comissão Européia.
Após o encontro com o Presidente, Santana assegurou que o seu governo e o Estado manterão as suas funções de gestão até Fevereiro próximo, e recordou que Cavaco Silva, em 1987, foi o único primeiro-ministro a concorrer novamente, em casos anteriores de dissolução do Parlamento.
Apesar de alguns encontros já terem sido cancelados, Santana Lopes afirmou que garantirá a representação de Portugal nas iniciativas e cimeiras que decorram e nas quais o Estado deve estar presente.
Pedro Santana Lopes anunciou a sua própria demissão do governo no último sábado, um dia depois do presidente da República explicar aos portugueses a sua decisão de dissolver o Parlamento. Antes disso Sampaio manteve-se em silêncio a propósito da decisão do primeiro-ministro. Os quatro meses do governo de maioria parlamentar PSD / CDS-PP foi assente quando Durão Barroso saiu a presidir a Comissão Européia.
Após o encontro com o Presidente, Santana assegurou que o seu governo e o Estado manterão as suas funções de gestão até Fevereiro próximo, e recordou que Cavaco Silva, em 1987, foi o único primeiro-ministro a concorrer novamente, em casos anteriores de dissolução do Parlamento.
Apesar de alguns encontros já terem sido cancelados, Santana Lopes afirmou que garantirá a representação de Portugal nas iniciativas e cimeiras que decorram e nas quais o Estado deve estar presente.
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