Segundo o site português TSF, uma fonte da polícia informou que o roubo aconteceu no «Refnes Gods» por volta das 23h (horário local). Uma empregada que se preparava para sair surpreendeu na sala de refeições dois homens, cada um carregando um quadro.
O chefe da investigação policial na cidade de Moss, Jan Pedersen, teria ainda dito que um dos homens deixou um quadro cair, mas mesmo assim eles conseguiram fugir levando três obras. Pedersen teria afirmado ainda que é muito cedo para supor que o roubo do último fim-de-semana está ligado com o acontecido em Oslo.
Entre as cinco obras perdidas constam em quadro intitulado «O Vestido Azul», duas litografias, um auto-retrato de Munch e um retrato do escritor e dramaturgo sueco August Strindberg. O roubo deste domingo aconteceu seis meses depois de «O Grito» (1893) e «A Madona» (1893-94), duas das principais obras do pintor, terem sido roubadas em pleno dia do Museu Munch de Oslo.
Apesar dos esforços da polícia, os dois quadros ainda não foram encontrados. Durante algum tempo após o primeiro roubo, o museu Munch esteve fechado para obras, com o objetivo de reforçar o seu sistema de segurança.
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