Apesar de sentirem falta do Brasil e manterem fortes laços com a cultura de seu país de origem, os imigrantes não acreditam no crescimento e criticam duramente a forma como o país é governada, em geral, e o governo Lula, em particular. É comum circularem na Internet emails com piadas sobre a suposta estupidez do presidente, ouvir dizer que o tal crescimento é mais sorte do que competência ou ainda culparem o governo por terem sido obrigados a imigrar.
Absurdo ou não, o fato é que quem vive fora e votou nele esperava por um milagre feito à toque de caixa que não veio. São poucos os que apoiam o governo e conseguem ver quanto o país está se desenvolvendo. E quem não votou está a espera do primeiro deslize do presidente para... Na verdade, não farão nada, porque o negócio do brasileiro é reclamar.
Entre as principais queixas que surgem estão a violência, o atendimento nos serviços públicos e a burocracia. Entretanto as mesmas vêm de uma classe média acostumada a certas regalias das quais não mais dispõem. A violência geralmente é vinculada a roubos em suas propriedades ou de seus pertences, o atendimento deixa a desejar porque não são tratados de forma diferenciada daqueles com menos recursos financeiros e a burocracia relaciona-se principalmente à gerência de suas empresas.
Acabam ficando de fora as questões cruciais para o desenvolvimento de uma nação mais justa, como educação de qualidade, atendimento médico e oportunidades laborais para o maior número possível de pessoas. Mas é exatamente nelas que o atual governo foca, e o que muitos não percebem é que, apesar de muito discutido socialmente, nenhum governo anterior havia dado tamanha atenção a estes problemas.
O atual governo está arrumando a casa fazendo uso de todos os recursos de que dispõe no momento, e só não faz mais porque provavelmente o dinheiro em caixa nos cofres públicos não permite. Daí a importância dos tais índices econômicos, que classificam o Brasil como bom pagador, atraindo investimentos, ou como credor internacional, lucrando com os juros dos empréstimos ou com o fortalecimento da moeda nacional.
Tudo isso ajuda, mas a preocupação do governo em dar um prato de comida a cada cidadão mostra o quanto este setor precisava de iniciativas que beneficiassem a população de baixa renda. Quem não quer uma fatia desse bolo?
Absurdo ou não, o fato é que quem vive fora e votou nele esperava por um milagre feito à toque de caixa que não veio. São poucos os que apoiam o governo e conseguem ver quanto o país está se desenvolvendo. E quem não votou está a espera do primeiro deslize do presidente para... Na verdade, não farão nada, porque o negócio do brasileiro é reclamar.
Entre as principais queixas que surgem estão a violência, o atendimento nos serviços públicos e a burocracia. Entretanto as mesmas vêm de uma classe média acostumada a certas regalias das quais não mais dispõem. A violência geralmente é vinculada a roubos em suas propriedades ou de seus pertences, o atendimento deixa a desejar porque não são tratados de forma diferenciada daqueles com menos recursos financeiros e a burocracia relaciona-se principalmente à gerência de suas empresas.
Acabam ficando de fora as questões cruciais para o desenvolvimento de uma nação mais justa, como educação de qualidade, atendimento médico e oportunidades laborais para o maior número possível de pessoas. Mas é exatamente nelas que o atual governo foca, e o que muitos não percebem é que, apesar de muito discutido socialmente, nenhum governo anterior havia dado tamanha atenção a estes problemas.
O atual governo está arrumando a casa fazendo uso de todos os recursos de que dispõe no momento, e só não faz mais porque provavelmente o dinheiro em caixa nos cofres públicos não permite. Daí a importância dos tais índices econômicos, que classificam o Brasil como bom pagador, atraindo investimentos, ou como credor internacional, lucrando com os juros dos empréstimos ou com o fortalecimento da moeda nacional.
Tudo isso ajuda, mas a preocupação do governo em dar um prato de comida a cada cidadão mostra o quanto este setor precisava de iniciativas que beneficiassem a população de baixa renda. Quem não quer uma fatia desse bolo?
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