Muitos não aprovam a ideia de comprar uma sacola (ou várias) para fazer compras, pois nem todos conseguem se lembrar de levá-las consigo ao supermercado. E as alternativas, como os sacos de papel, não são muito animadoras. No filme "Esqueceram de mim", inclusive, os sacos são os vilões na cena em que a personagem de Macauley Culkin sai da mercearia e todo o conteúdo cai do saco, cujo fundo dissolveu e arrebentou.
Nos EUA, a maior economia do mundo, que muitos acreditam ser a campeã de poluição, é raro ver pessoas fazendo compras e levando sacos plásticos do supermercado: eles usam aqueles mesmos sacos de papel pardo, sem alça. Um pouco desajeitado, talvez, e uma apologia ao uso desenfreado de papel, com grande custo às florestas. Mas ao menos o papel é reciclável, ao passo que as sacolas de plástico levam muito tempo a se decompor.
O problema é tão comum que já foi retratado várias outras vezes no cinema. Em "Beleza americana" há uma cena clássica em que um jovem filma a evolução de uma sacola de plástico que parece dançar ao vento. Mas na vida real, as sacolas plásticas são jogadas fora indiscriminadamente, acabam voando e se agarrando a postes, fios e árvores, causando grande estrago à natureza, poluindo visualmente e pondo em risco a vida animal ao redor da área em que são largadas.
A maior rede de supermercados britânica, a Tesco, foi a pioneira no país a "abolir" a distribuição das sacolas plásticas. Desde junho de 2009, os supermercados da rede deixaram de disponibilizar essas sacolas nos caixas, pelo menos à vista dos clientes. Se o cliente for esquecidinho e não tiver outra maneira de levar as suas compras, o atendente do caixa está autorizado a oferecer as sacolas com a marca do supermercado, que agora ficam escondidas embaixo do balcão.
A medida visa criar o hábito nos consumidores de reutilizar as sacolas descartáveis, inclusive dando pontos no cartão de fidelidade, que dão direito a descontos nas próximas compras. Também ganham pontos aqueles que adquirem as bolsas de plástico resistente ou de palha com o logo da rede, criadas para a campanha e vendidas em qualquer uma das lojas a preços atrativos. E outras redes já seguem o exemplo.
A ideia não é nova, porém. A empresa alemã Lidl, criada na década de 30 e hoje espalhada pela Europa, já disponibiliza há bastante tempo bolsas com seu logo aos clientes por um preço simbólico. No Reino Unido, uma pessoa pode comprar uma bolsa por três pences. Elas são maiores que as bolsas descartáveis e de material mais resistente. Aliás, de acordo com quem já viveu na Alemanha, todos os outros supermercados por lá trabalham sob esse mesmo esquema, numa prova de que é preciso alguma disciplina para que a ideia funcione, mas que não é impossível.
Em São Paulo, a prefeitura da cidade também apoiou uma campanha contra o uso das sacolas plásticas. Uma amostra da campanha esteve no Museu da Casa Brasileira, onde foram expostas cerca de 20 sacolas feitas por ONGs para substituir as descartáveis.
De acordo com um artigo do blog Atitude Verde, do jornalista Iberê Thenório, há várias maneiras simples e baratas de combater o uso das sacolas, já descrito como o "mal do século". O consumidor pode carregar na mão compras pequenas, levar a própria bolsa ou um carrinho de compras dobrável, se estiver a pé ou de ônibus. Quem tem carro pode levar caixas plásticas. E todos devem dizer não ao caixa, ajudando a conscientizar as empresas sobre o problema.
O problema é tão comum que já foi retratado várias outras vezes no cinema. Em "Beleza americana" há uma cena clássica em que um jovem filma a evolução de uma sacola de plástico que parece dançar ao vento. Mas na vida real, as sacolas plásticas são jogadas fora indiscriminadamente, acabam voando e se agarrando a postes, fios e árvores, causando grande estrago à natureza, poluindo visualmente e pondo em risco a vida animal ao redor da área em que são largadas.
A maior rede de supermercados britânica, a Tesco, foi a pioneira no país a "abolir" a distribuição das sacolas plásticas. Desde junho de 2009, os supermercados da rede deixaram de disponibilizar essas sacolas nos caixas, pelo menos à vista dos clientes. Se o cliente for esquecidinho e não tiver outra maneira de levar as suas compras, o atendente do caixa está autorizado a oferecer as sacolas com a marca do supermercado, que agora ficam escondidas embaixo do balcão.
A medida visa criar o hábito nos consumidores de reutilizar as sacolas descartáveis, inclusive dando pontos no cartão de fidelidade, que dão direito a descontos nas próximas compras. Também ganham pontos aqueles que adquirem as bolsas de plástico resistente ou de palha com o logo da rede, criadas para a campanha e vendidas em qualquer uma das lojas a preços atrativos. E outras redes já seguem o exemplo.
A ideia não é nova, porém. A empresa alemã Lidl, criada na década de 30 e hoje espalhada pela Europa, já disponibiliza há bastante tempo bolsas com seu logo aos clientes por um preço simbólico. No Reino Unido, uma pessoa pode comprar uma bolsa por três pences. Elas são maiores que as bolsas descartáveis e de material mais resistente. Aliás, de acordo com quem já viveu na Alemanha, todos os outros supermercados por lá trabalham sob esse mesmo esquema, numa prova de que é preciso alguma disciplina para que a ideia funcione, mas que não é impossível.
Em São Paulo, a prefeitura da cidade também apoiou uma campanha contra o uso das sacolas plásticas. Uma amostra da campanha esteve no Museu da Casa Brasileira, onde foram expostas cerca de 20 sacolas feitas por ONGs para substituir as descartáveis.
De acordo com um artigo do blog Atitude Verde, do jornalista Iberê Thenório, há várias maneiras simples e baratas de combater o uso das sacolas, já descrito como o "mal do século". O consumidor pode carregar na mão compras pequenas, levar a própria bolsa ou um carrinho de compras dobrável, se estiver a pé ou de ônibus. Quem tem carro pode levar caixas plásticas. E todos devem dizer não ao caixa, ajudando a conscientizar as empresas sobre o problema.
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