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domingo, 9 de outubro de 2005

Produtores de filmes condenam downloads

Desde 2005, os estúdios de cinema de Hollywood abriram centenas de processos em diversos tribunais federais contra os internautas que pirateiam arquivos de vídeo, na tentativa de punir os usuários que violam leis de direitos autorais.

A iniciativa fez parte de um projeto do principal grupo do meio cinematográfico americano para combater a pirataria online, que afirma custar bilhões de dólares anuais aos estúdios. Os internautas infratores são identificados pelos seus endereços numéricos, porque os provedores de acesso à internet não tem a obrigação de fornecer os nomes dos seus clientes.

A Associação de Produtores de Cinema dos EUA (MPAA) disse que as pessoas que forem consideradas culpadas podem receber multas pelo de até 30 mil dólares por cada arquivo de vídeo trocado. A indústria do cinema demorou mais tempo a partir para as ações judiciais do que a musical, porque os filmes e programas de televisão são grandes, requerendo muito tempo para o download, e poucos consumidores dispõem em casa o hardware necessário.

No entanto, a ameaça aumenta com os recursos da internet de banda larga. A indústria musical já obteve alguns resultados neste sentido, tendo sido processadas mais de 5.000 pessoas pela a criação de cópias e a partilha ilegais de arquivos musicais online através de redes peer-to-peer, ou P2P.



Recentemente, os principais sites de downloads gratuitos foram fechados e seus donos presos e indiciados por pirataria. Entre os principais sites afetados estão o Megaupload, de download instantâneo, e o Pirate Bay, que funciona com o sistema Torrent. Muitos outros já foram condenados e tiveram as suas atividades encerradas ou drasticamente reduzidas, como o E-Mule.

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